Voltando as coisinhas que vi na CasaCor, logo na entrada, esse divã. Já tive que parar e tirar um fotinha. Ainda terei um divã em casa. Já pensou deitar ali pra ler e pensar na vida?.... eu já, muito!
No loft dos Colecionadores, pensado para um casal de homens colecionadores de arte [achei tão chique!], além de vários quadros e obras espalhadas por todas as paredes, esse painel na entrada chamava muito a atenção dos visitantes. Achei digno!
Como sempre, as poltronas com mesinhas de apoio me agradam. Acho a composição interessante, com muitas as possibilidades e assessórios sempre chamativos, como essa com almofada de crochê e mantinha e a que tem almofada de cachorro mesinha verde.
É isso pessoal! Este ano resolvi não fazer a linha ‘louco da foto’ e aproveitei mais para ver os espaços e menos pra ficar tirando um monte de fotos. Foi bom. Curti!
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Brechó Casa
Imagine como uma pessoa apaixonada por decoração se sente num lugar assim?
Se você ainda tem a visão ultrapassada de que brechó é um lugar feio, entulhado, empoeirado e com cheiro de mofo saiba que você está totalmente errado. E o lugar certo para constatar isso é no Evelin Ateliê de Arte e Brechó. Ok, já me viram várias vezes falando de lá. Mas, agora a novidade é que o brechó tem uma área inteira dedicada a casa. Isso mesmo, o Brechó Casa.
No fim de semana estava em Brasília e, claro, fui conhecer.
Constatação: o excelente bom gosto que já existia, agora está também em peças que todos nós queremos ter em casa.
Tudo está à venda, inclusive sofá e tapete...
Quadros, livros, tapeçaria, peças de arte...
Taças, bandejas e itens para o bar...
Santinhos...
Nem adianta ficar de olho grande nessa racletteira charmosa, com carinha de antiga da foto abaixo porque já tem dono. Foi a minha aquisição do último sábado. E querem ficar ainda mais pasmos: apenas 40 legais e nunca foi usada.
A que interessar:
Evelin Brechó
CLN 201 bloco A loja 71 – em frente ao Balaio Café – Brasília/DF
Se você ainda tem a visão ultrapassada de que brechó é um lugar feio, entulhado, empoeirado e com cheiro de mofo saiba que você está totalmente errado. E o lugar certo para constatar isso é no Evelin Ateliê de Arte e Brechó. Ok, já me viram várias vezes falando de lá. Mas, agora a novidade é que o brechó tem uma área inteira dedicada a casa. Isso mesmo, o Brechó Casa.
No fim de semana estava em Brasília e, claro, fui conhecer.
Constatação: o excelente bom gosto que já existia, agora está também em peças que todos nós queremos ter em casa.
Tudo está à venda, inclusive sofá e tapete...
Quadros, livros, tapeçaria, peças de arte...
Taças, bandejas e itens para o bar...
Santinhos...
Nem adianta ficar de olho grande nessa racletteira charmosa, com carinha de antiga da foto abaixo porque já tem dono. Foi a minha aquisição do último sábado. E querem ficar ainda mais pasmos: apenas 40 legais e nunca foi usada.
A que interessar:
Evelin Brechó
CLN 201 bloco A loja 71 – em frente ao Balaio Café – Brasília/DF
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Detalhes com crochê
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domingo, 15 de abril de 2012
Sua casa é feliz?
Acabo de ler esse texto e fiquei muito feliz em olhar ao meu redor e
ver que estou num ambiente repleto de recordações, de peças cheias de
histórias, móveis que me acompanham há tempos, crochês feitos por mamãe, plantas
que plantei e vi crescer... tão bom ver que nessa casa tem gente, e gente
feliz...
Esse post vai sem foto para que cada um possa criar sua própria imagem olhando
ao redor ou lembrando de como está sua casa. Li o texto na internet e está atribuído a Martha Medeiros. Tentei checar no site do Zero Hora, mas não encontrei nada. De toda forma ficam registrados os devidos créditos e os parabéns ao autor pelo texto tão verdadeiro.
Seu apartamento é feliz?
Há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que
se olhe, deve haver algo que nos faça feliz!
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um
apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos
ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada.
Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado
de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava
ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser
obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O
referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não
me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de
uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está
comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que
o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem
qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem
viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas
torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados
em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas
felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade
para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor
gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses
ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me
espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo
daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma
tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que
estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas
pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e
aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de
pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco
estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em
investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio,
reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende
móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o
suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas,
flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa
casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer
que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua
casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa
é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só
que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde
ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral
de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não
souberam explorar.
Martha Medeiros, em uma coluna da Zero Hora.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Nossos decorativos natalinos
Chegou o Natal lá em casa. Atrasado, devido a reforma, mas chegou. Quando a sala ficou desocupada de coisas da reforma, nem pensei, já fui logo iniciando a montagem de tudo. Minhas compras natalinas estavam todas guardadas esperando por esse momento. Não dormi enquanto não teve uma árvore montada, com piscas, presépio e tudo mais. No outro dia acertei os demais detalhes da casa. Com o atraso, desanimei de algumas coisinhas que tinha pensado, mas não pude deixar de montar meu pinheirinho novo e enfeitar a porta.
Há muito tempo queria fazer essa decoração da porta. Não é uma ideia minha. No prédio onde o Sandro morava com a família em Brasília, eles tinham um vizinho de porta que usava esse laço. Quis ter um, desde a primeira vez que vi. O lado de dentro ficou assim
A árvore é um pinheiro tradicional não muito grande. Sempre teve na casa da mamãe um dessas e há tempos queria ter um também, que não fosse nada modernoso, reciclado ou coisas assim... apenas o tradicional.
O presépio é bem singelo, mas é outra realização. Sempre gostei. Na casa da minha avó materna tinha um e, desde criança, adora ver o presépio montado.
Gosto de piscas na janela, ou próximos a elas pra serem vistos por quem passa na rua. Como já disse, ando olhando as janelas alheias e gosto de cuidar da minha sempre, principalmente do Natal. Mas como atrasamos e a reforma ainda não acabou totalmente, resolvi simplificar. Troquei luzes por um singelo Feliz Natal.
Esse post está participando do blog Criações em Família de um post comunitário em que vários blogueiros estão mostrando suas decorações para o Natal de 2011. Acesse o link e veja quantas ideias bacanas o pessoal tem criado por ai. Vale a pena!
Há muito tempo queria fazer essa decoração da porta. Não é uma ideia minha. No prédio onde o Sandro morava com a família em Brasília, eles tinham um vizinho de porta que usava esse laço. Quis ter um, desde a primeira vez que vi. O lado de dentro ficou assim
A árvore é um pinheiro tradicional não muito grande. Sempre teve na casa da mamãe um dessas e há tempos queria ter um também, que não fosse nada modernoso, reciclado ou coisas assim... apenas o tradicional.
O presépio é bem singelo, mas é outra realização. Sempre gostei. Na casa da minha avó materna tinha um e, desde criança, adora ver o presépio montado.
Gosto de piscas na janela, ou próximos a elas pra serem vistos por quem passa na rua. Como já disse, ando olhando as janelas alheias e gosto de cuidar da minha sempre, principalmente do Natal. Mas como atrasamos e a reforma ainda não acabou totalmente, resolvi simplificar. Troquei luzes por um singelo Feliz Natal.
| Sobre a mesa: uma vela e enfeites de crochê |
| As plantinhas também entraram no clima |
| Já é o terceiro ano que uso esse detalhe do banheiro |
Esse post está participando do blog Criações em Família de um post comunitário em que vários blogueiros estão mostrando suas decorações para o Natal de 2011. Acesse o link e veja quantas ideias bacanas o pessoal tem criado por ai. Vale a pena!
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Ideias para árvore de Natal
Chegou o mês de montar a árvore de Natal. Em casa temos o costume de montar no primeiro fim de semana após o dia 15. Evidentemente que bem antes disso as ideias e possibilidades já estão borbulhando na cabeça. Nada melhor que ver o que estão criando por aí pra termos ideias bacanas que se adequam ao nosso estilo, espaço, tempo e disposição para arrumar de tudo. Vejam as ideias que angariei na rede.
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| Árvore de Natal escada: imaginem cheia de presentes embaixo. |
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| Galho seco e garrafa vazia: sustentável e minimalista |
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| Árvore de árvores. |
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| O tradicional pinheiro. |
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| O tradicional pinheiro com um toque de cor e personalidade |
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| Árvorezinhas de feltro: uma boa opção para mesa de trabalho. |
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| Natal das crafteiras: tecido e linha |
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| Reciclar: junte todo ferro velho, pinte de dourado e reuse. |
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| Reciclagem e simplicidade |
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| Árvore gourmet: Natal da Chef |
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| Mais galho seco, agora com luz. |
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| Abrindo a caixa de guardados: junte tudo que tem algum significado pra você. |
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| Simples, rápido e rosa: pode enfeitar a mesa também. |
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| Para os amantes da literatura: árvore de livros. |
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| Arvorezinha de fuxico: não podia faltar. |
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| É sempre bom guardar as rolhas dos vinhos. |
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| Muita lã que pode ser reaproveitada quando janeiro chegar. |
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Nada melhor que uma rede para um cochilo
Herança indígena que facilmente foi adaptada aos costumes brasileiros, as redes são sinônimos de descanso. Na decoração podem dar um clima de despojamento ao ambiente. Foi parar em varandas e no interior das casas após a vinda dos portugueses para o Brasil. As mulheres dos colonos se valeram de tecidos de algodão e de franjas para incrementar o artefato indígena e utiliza-lo para relaxar no clima tropical. Com uma estética de fácil adaptação, hoje me dia encontramos redes de deferentes tecidos e materiais, com modelos diversos e variações para todos os gostos.
Particularmente, adoro uma rede. Gosto de colocar umas almofadas e deitar com um bom livro. Geralmente, com duas páginas já dormir. Como não tenho varanda em casa, estou a procura de um lugar pra esticar uma rede. Na sala até tem um cantinho, mas foi vetado. No quarto por cima da cama, como é bem comum no nordeste também foi vetado (se é que me entendem...). já tenho a rede e não pretendo desistir.
Já estou sonhando com um cochilo pós-almoço nas tardes de sábado...
Algumas curiosidades que encontrei enquanto procura redes na internet:
1. Legado dos índios da América do Sul, não há registro algum da rede antes da descoberta da América.
2. A primeira citação nominal em português da rede de dormir foi feito em 27 de abril de 1500 por Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota portuguesa.
3. Não há referência antiga da rede fora da América. Os portugueses teriam levado a rede para a Índia e para a África.
4. O nome “rede” foi dado por Pero Vaz Caminha (que é chamado “padrinho da rede”), devido à semelhança com a rede de pescar. Os índios a chamavam de “ini”.
5. Era tecida em cipó e lianas (fibra de palmeiras). As mulheres dos colonos portugueses, que adaptaram a técnica indígena as suas varandas, substituíram o tucum e passaram a fazer a rede em algodão enfeitando-a com franjas.
6. O feitio da rede nos primeiros anos do descobrimento e durante toda época colonial era ofício feminino e sofreu influência dos jesuítas que ajudaram na sua disseminação em território brasileiro.
7. Eram uma herança familiar e peças obrigatórias em todos os antigos inventários feitos no sertão.
8. Os portugueses, inspirados nas liteiras, desenvolveram a rede como meio de transporte. Nela, os colonos e suas famílias eram carregados em passeios pela cidade e até em viagens.
9. Na casa grande, a cama era uma obrigação protocolar, dormia-se na rede.
10. A rede copiada pelos europeus no sec. XVI seguiu padrões planos, tal como as camas, onde se dorme no sentido do comprimento. Na rede indígena, ao contrário, deita-se na diagonal.
11. A rede de dormir jamais se popularizou em outros continentes, porque o modelo importado foi o europeu, deformada em esteira esticada.
Particularmente, adoro uma rede. Gosto de colocar umas almofadas e deitar com um bom livro. Geralmente, com duas páginas já dormir. Como não tenho varanda em casa, estou a procura de um lugar pra esticar uma rede. Na sala até tem um cantinho, mas foi vetado. No quarto por cima da cama, como é bem comum no nordeste também foi vetado (se é que me entendem...). já tenho a rede e não pretendo desistir.
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| Com almofadas coloridas: bonito e um convite ao cochilo. |
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| No quarto próximo a janela é uma boa opção. |
Já estou sonhando com um cochilo pós-almoço nas tardes de sábado...
Algumas curiosidades que encontrei enquanto procura redes na internet:
1. Legado dos índios da América do Sul, não há registro algum da rede antes da descoberta da América.
2. A primeira citação nominal em português da rede de dormir foi feito em 27 de abril de 1500 por Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota portuguesa.
3. Não há referência antiga da rede fora da América. Os portugueses teriam levado a rede para a Índia e para a África.
4. O nome “rede” foi dado por Pero Vaz Caminha (que é chamado “padrinho da rede”), devido à semelhança com a rede de pescar. Os índios a chamavam de “ini”.
5. Era tecida em cipó e lianas (fibra de palmeiras). As mulheres dos colonos portugueses, que adaptaram a técnica indígena as suas varandas, substituíram o tucum e passaram a fazer a rede em algodão enfeitando-a com franjas.
6. O feitio da rede nos primeiros anos do descobrimento e durante toda época colonial era ofício feminino e sofreu influência dos jesuítas que ajudaram na sua disseminação em território brasileiro.
7. Eram uma herança familiar e peças obrigatórias em todos os antigos inventários feitos no sertão.
8. Os portugueses, inspirados nas liteiras, desenvolveram a rede como meio de transporte. Nela, os colonos e suas famílias eram carregados em passeios pela cidade e até em viagens.
9. Na casa grande, a cama era uma obrigação protocolar, dormia-se na rede.
10. A rede copiada pelos europeus no sec. XVI seguiu padrões planos, tal como as camas, onde se dorme no sentido do comprimento. Na rede indígena, ao contrário, deita-se na diagonal.
11. A rede de dormir jamais se popularizou em outros continentes, porque o modelo importado foi o europeu, deformada em esteira esticada.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Tubo de ensaio e linha
Acho bem bonitinha essa arrumação de flores para mesa. Até tenho uns tubo desses em casa, mas ainda não arrisquei comprar as linhas e fazer porque não sei o que fazer com as linhas depois. Alguma ideia?
Imagem encontrada na internet.
Imagem encontrada na internet.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Cadeiras de crochê
Estou procurando uma cadeira para um canto especial de casa e gosto muito de crochê. Coisas discretas e com crochê bem feito, administrando o limite tênue entre o bonito e o brega. Pois acho trabalhos de crochê muito nobres, mas se exagerar um pouquinho descamba para o cafona. Sempre tive essa preocupação. Com a atual onde retrô, a liberdade para esses itens está maior em minha opinião. Vi uma cadeira dia desses em alguma revista que me chamou a atenção. Fui procurar na internet e, além da tal cadeira, achei outras tão charmosas que estou tentado a querer uma dessas em casa. Será que mamãe, ou uma das tias “crocheteiras” que tenho, podem me proporcionar um item desses em casa...
Fique apaixonado por essa estilo cadeira de fios antiga numa versão de barbante:
Não são bonitas? Imagine uma dessas no cantinho próximo a janela, junto as plantas...
Imagens da internet.
Fique apaixonado por essa estilo cadeira de fios antiga numa versão de barbante:
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| Modelo que vi na revista e deu início a busca. |
Não são bonitas? Imagine uma dessas no cantinho próximo a janela, junto as plantas...
Imagens da internet.
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