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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Haja sal e pimenta nessa casa


A mais nova investida do Ual colecionador são saleiros e pimenteiros. Tudo começou com um conjunto que ganhei de uma tia que viajou para Espanha. Quando coloquei os saleiros com dançarinos de Flamengo ao lado de outros dois que já tinha em casa, a mosquinha da coleção pousou bem no ombro, aí já viu, né?

Mas como o negocio é bagunçado, mas tem gerência tive que impor algumas regras básicas a essa nova coleção: só peças ganhadas ou trazidas de viagens. Nada de “ai que bonitinho” em toda loja que se entra. Afinal, uma nova coleção precisa de aprovação do cônjuge e é preciso uma boa hipótese, justificativa, objetivo e dose de charme para ter aprovação...


Dançarino de Flamenco: onde tudo começou.
Cachorrinhos: presente antigo, nosso primeiro saleiro/pimenteiro.
Vaquinha voadora do filme Twister: não é uma graça? E os prisioneiros de Alcatraz? Que tem até paliteiro...
I love NY: tão cafoninha, mas tão charmoso... tem ímã.
Alcatraz: diretamente da prisão [aquela, na ilha].
O: espetáculo aquático do Cirque du Soleil, em Las Vegas. Incrivel! 
Nosso Yellow Submarine: sim, gente! É um saleiro e pimenteiro.
Não é uma graça? Esse ainda não tive coragem de usar.

As regras dessa coleção deixaram ela mais especial porque cada peça tem uma história, lembra um momento, um lugar... 


terça-feira, 10 de março de 2015

Boas recordações na parede

#CasaComHistória

Fotos impressas em grandes formatos e enquadradas estão em alta na decoração. Sejam imagens exclusivas clicadas por fotógrafos famosos, fotos vendidas em série ou mesmo registros feitos pelos próprios moradores, o que vale é o bom efeito visual que acrescenta as composições. Agora, já pensou transformar esse decorativo em uma recordação especial e cheia de estilo? Pois é, isso aconteceu na casa de uma amiga.


Em destaque na sala, uma fotografia tirada pela própria moradora em um dia especial com o filho na praia. Uma foto tirada de forma despretensiosa e que hoje, além de ser um bonito quadro na parede, conta um pouco da história dos moradores da casa e traz uma boa recordação.


Momento desabafo: tenho várias fotos separadas pra escolher e fazer um quadro, mas ainda não tive tempo de imprimir e enquadrar... #arrasado. Quero uma graça dessas na minha parede.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Prato do dia >> Maminha com temperos

Querendo surpreender com um prato gostoso, diferente e com cara de difícil no final de semana? Vou te contar o que fiz num jantar em casa, no sábado passado: maminha com temperos e batata ao vinho branco.

Vi essa receita no programa Fome de quê?, da chef Neka Menna Barreto, no GNT e mal aguentei esperar sábado pra testar. E foi aprovada!

Tem a receita no site do programa, mas já fiz o dever de casa e já adianto aqui pra vocês.


Espero que se empolguem e façam um almoço ou jantar bem especial na casa de vocês. E, se fizerem, não esqueçam de me contar e mandar uma fotinha.


As receitas:

Maminha com temperos


Ingredientes:
1 kg de cebola roxa
1 fio de azeite
¼ de xícara de vinagre de maçã
250 gramas de mostarda de sua preferência
1 maminha
1 maço de tomilho

Preparo:
Corte as cebolas em fatias, disponha em uma assadeira retangular e regue o azeite. Com as mãos, espalhe o vinagre na maminha e depois cubra toda a carne com a mostarda. Coloque a maminha sobre as cebolas e leve ao forno aquecido (200°C) por trinta minutos. Retire do forno e disponha o maço de tomilhos sobre a maminha (a carne deve voltar ao forno por 15 minutos, a 170°C).

Batata ao vinho branco


Ingredientes:
1 kg de batata bolinha
3 ramos de alecrim
4 cabeças de alho
1 garrafa de vinho brinco
1 fio de azeite
1 colher de sobremesa de sal grosso

Preparo:
Em uma panela, coloque as batatas, o alecrim, o alho (com casca), o azeite e o sal. Cubra com o vinho e cozinhe em fogo baixo até que metade do vinho evapore e a batata estiver macia (em torno de 1 hora).

Ótimo final de semana pra todos nós!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Um UP no gancho da rede

Uma rede na sala da TV é algo de sensacional no dia a dia de uma casa. Poder dar um cochilo enquanto assiste ao seu programa preferido é praticamente um luxo agregado... Mas, quando aquele gancho precisa ser assumido no meio daquela parede que você já colocou quadros escolhidos a dedo, é hora de pensar numa saída decorativa. Se for uma solução simples e barata, melhor ainda. Então, fica a dica!



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Da caçamba para o banheiro

Um caixote de feira em bom estado resgatado de uma caçamba na rua, quatro rodinhas compradas nessas lojas de construção, betume diluído em água o resultado é esse movelzinho com aspecto envelhecido, dando um up no banheiro.


Os demais detalhes são os de sempre: revistas, um difusor, minirrosas e papel higiênico embalado com papel de seda, sabonetinhos e por aí vai.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Inspiração nos Natais passados

Já chegou a hora de pensar nos decorativos natalinos, é isso?!
Antes de sair comprando coisas novas, tendo ideias complicadas e muitas vezes caras e coisas do tipo, que tal parar pra ver o que tem feito nos anos anteriores. Pode ter muita inspiração guardada nas caixas e, nada melhor, mexer nas caixas já sabendo o que pretende fazer.  Claro que todo ano queremos uma novidade, uma coisinha inédita e este ano não será diferente, mas é sempre bom ver o que já aprontamos e aprender com erros e acertos.











Ainda focado nas inspirações natalinas [admito! Adoro Natal.], criei uma pasta no Pinterest com várias inspirações que encontrei. Passem lá também!

Não vou postar as inspirações aqui por dois motivos:
1. Este espaço é só para coisas inéditas que fiz, vi, gostei e fotografei por aí.
2. Lá cabem muito mais coisas e já fica tudo com os devidos créditos.

Inté+, bjs.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pés palito pra chamar de meus

A caixa veio de um brechó e era usada pra guardar algumas fotos de família. Precisava de uma recauchutagem. Acabou indo parar sobre um pufe e de apoio enquanto se está no cantinho próximo à janela. Numa noite, enquanto colocava ali uma tacinha de vinho, ouvia música e pensava na vida surgiu a ideia: ‘e aqueles pés palito da Casa que Minha Vó Queria’?... Um minuto e dois goles de vinho depois já havia um tablet nas mãos e uma compra me andamento.
O resultado? Uma mesinha charmosa com pés palito pra chamar de meus.


Já conhece A Casa que minha Vó queria, né? De toda forma, para ir lá é só clicar aqui.



Um pedaço do cantinho da janela.


E ainda uma dúvida: será que vale pintar os pés palito de outra cor? Qual?


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Uma luminária cheia de história

#casacomhistória

Eis que um dia a pessoa que aqui escreve gostou da garrafa de água mineral de um restaurante daqueles charmosos, cheio de detalhes e com mesinhas na rua de paralelepípedo. Do tipo que você até fica com uma fominha fora de hora só pra ficar um tempinho a mais por lá. Então, ao chegar a água numa garrafa diferente, já fui logo avisando que queria levar pra casa. O detalhe é que o restaurante era em Colônia do Sacramento, no Uruguai, e a garrafa seria mais um volume nas malas. Nessas horas você já se imagina ouvindo um sonoro não, do tipo para de ser louco. Mas pra minha surpresa, Sandro concordou de primeira. Quando isso acontece é tão bom, gente!!! Enfim, essa história toda pra contar como essa garrafa chegou em casa.

Esse é o Sanuali, nosso coleguinha articulado.
Depois de servir água e ser vaso para umas rosinhas de chita, agora ganhou mais uma utilidade e mais destaque. O passo a passo é muito simples e barato: comprei o fio e bocal amarelos no outlet Tok&Stok por 23 legais, a lâmpada de led que não quebra nem esquenta e o fio já pronto com interruptor e tomada vieram da Leroy. Depois, foi só fazer as ligações, colocar todo o fio amarelo dentro da garrafa e arrematar com fita isolante branca e cola quente.

A melhor parte: quando mostrei, a primeira coisa que Sandro disse foi “que lindo, um abajur com história”.


Gostaram? Conta pra mim... e não deixe de nos seguir também no Instagram e Pinterest.

Bjs, inté +

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

#casacomhistória

O que mais falo sempre é que casa tem que ter gente. E não estou falando de família grande ou casa cheia, falo de um espaço que reflete seus moradores e suas vivências. Lar de verdade é aquele que você entra e percebe a essência de seus inquilinos, identifica os gostos, se aconchega nas histórias. Tem coisa melhor que as recordações que trazemos das casas de nossos avós, de nossos pais? E poder ter um pouco disso em nossa casa atual?... Poder olhar para uma peça e lembrar-se de pessoas queridas, de tempos únicos ou de histórias malucas de como isso veio parar ali são momentos muito bons.


Nesse cantinho, muita história e boas lembranças: nossa primeira escultura (presente de minha mãe), nosso fogareiro antigo (presente da mãe do Sandro), nosso boneco articulado chamado ‘Sanuali’, presentes... e por vai.

E sua casa, tem história? Conta pra mim, mande fotos e fale um pouco sobre seu cantinho.
Pode me enviar no email ual@ualmenidades.com.br